
Fora de mim te sei
Alma que um dia julguei minha
Morada de calma cumplicidade
Em que outrora quis ser eu
Sem falsas máscaras ou disfarces sedutores
Sei-te no silêncio ou na palavra
No dia aberto ou na noite de horas brancas
No breve toque ou na distância
Sei-te na pele
Por lá mora o teu caminho
Que afastas em cada trilho de incerteza
Orlado de nevoeiros sonhadores
Por te saber tão fora de mim
Sendo que em mim ficou a tua essência
Te chamo calada, quieta nas palavras
Até que de ti próprio sintas a ausência.
Alma que um dia julguei minha
Morada de calma cumplicidade
Em que outrora quis ser eu
Sem falsas máscaras ou disfarces sedutores
Sei-te no silêncio ou na palavra
No dia aberto ou na noite de horas brancas
No breve toque ou na distância
Sei-te na pele
Por lá mora o teu caminho
Que afastas em cada trilho de incerteza
Orlado de nevoeiros sonhadores
Por te saber tão fora de mim
Sendo que em mim ficou a tua essência
Te chamo calada, quieta nas palavras
Até que de ti próprio sintas a ausência.
20 comentários:
Muita beleza nesta nuvem de palavras...
Doce beijo
Muito belo - poema e imagem. Um beijo.
Belíssimo poema, Laura.
Afinal de contas o que é a distância ou quão perto ou longe fica a partilha de um afecto?
Bj
"Por te saber tão fora de mim
Sendo que em mim ficou a tua essência..."
Que bonito...
Adorei!
bjs
Palavras doces,ternas.
Simplesmente lindo.
Obrigada pela visita.
Qdo quizer,volte.
Boa noite.
beijooo.
Lindo poema, Laura. Virei um dia com mais calma.
Nessa ânsia que toma conta de mim, sem ter notícias do meu irmão que está sendo operado há seis horas, tive tempo para fazer mais um post e duvido que vc tenha visto o filme. Apareça.
Um abraço,
Renata
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
que coisa linda! :))
sempre guardamos a essência de quem amamos. não é?
beijos de primavera.
Jamais conhecemos alguém!
Até nós próprios nos surpreendemos connosco, porque leviana vontade de ter desejamos pensar que sabemos o que alguém é, ou foi?
Os trocadilhos das palavras elaboram os pensamentos mais ricos, e estranhos.
Olá ML
Muito verdadeiro o que dizes, no amor confundem-se os seres.
Beijo,
Stella
Excelente poema cara amiga.
A última parte é brilhante. Gosto desse teu estilo.
Também falo de almas... será epidemia...?
Beijinhos
"Por te saber tão fora de mim
Sendo que em mim ficou a tua essência
Te chamo calada, quieta nas palavras
Até que de ti próprio sintas a ausência."
Gostei muito da tua poesia...
Sei que tu sabes. Muito! A fotografia está detonando.
Um beijo!
P.S.: "detonando", aqui no Brasil, é algo muito bom. Assemelha-se ao "giro".
doce e terno poema.
beijo
A pele como lugar do saber. Gosto da idea.
Um beijo.
Fica sempre em nós uma acta de quem amámos...
Um terno poema com sabor a saudade
Uma fotografia muito bela
Beijinho
Ler-te é sempre uma experiência forte, onde sou invadido por tudo aquilo que é meu e que tu desencadeias em forma de tempestade.
bj
walter
[ que em nada baste
que as pa lavras se des tapem
dos seus corações em cio
e mergulhem facilissima mente
no domínio comum das bocas
seta recta a perfurar códigos de esp aço
...
Ausência do eu.
:)
Beijinho.
Fermosa imaxe...
Beijosss
:)
...é a velha
e boa saudade...
bj
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